ago 26

Akami Ogata, número 1 do mundo, vence a brasileira na semifinal da categoria até 78kg e vai lutar pelo ouro no Palais Omnispots, na capital francesa

O Brasil está fora da disputa pelo ouro no Mundial de judô, em Paris. A meio-pesado (-78 kg) Mayra Aguiar, número 5 do mundo, caiu diante da japonesa Akami Ogata, líder do ranking, que venceu por ippon e está na final da categoria até 78kg.

Aos três minutos, Mayra surpreendeu a japonesa e encaixou um uchi mata. Numa luta equilibrada, as duas usaram a técnica de pernas para tentar desequilibrar a outra. Nos últimos dois minutos, a brasileria levou um wazari. Por ficar imobilizada por mais de 20 segundos no tatame, ela sofreu um ippon e perdeu as chances de brigar pelo ouro, no Palais Omnisports de Bercy, em Paris.

A atual vice-campeã mundial é a única esperança de medalha para a seleção canarinho nesta sexta-feira. A judoca de 20 anos venceu as três lutas nas eliminatórias por ippon até chegar à semifinal. Uma das maiores forças do judô brasileiro, ela foi a primeira mulher a chegar numa final mundial e conquistou a prata no ano passado, em Tóquio.

O meio (-90 kg) Hugo Pessanha foi derrotado pelo coreano Kyu-Won Lee na repescagem e perdeu a chance de brigar pelo bronze no Mundial de Paris. Perdendo por yuko, Hugo partiu para o ataque, mas tomou o contra-golpe do coreano e perdeu por ippon. O judoca também caiu por ippon nas quartas de final diante do líder do ranking e campeão mundial, o grego Ilias Iliadis.

A surpresa do dia foi a eliminação precoce do médio Tiago Camilo. Ele perdeu por wazari nas oitavas de final para Valentyn Grekov. O brasileiro até começou na frente com um yuko, mas foi surpreendido pelo ucraniano, que partiu para cima nos minutos finais e dominou o combate.

A médio Maria Portela (-70 kg) também está fora. Na estreia, ela encaixou um golpe com dois minutos de luta, o suficiente para bater a canadense Kelita Zupancic por yuko. Mas, no segundo combate, a brasileira tomou duas punições e caiu diante da eslovaca Rasa Sraka por um yuko.

O Mundial de Paris é o último do ciclo olímpico que culminará com os Jogos de 2012. Para Londres, se classificam os 22 melhores homens e as 14 melhores mulheres na classificação. Uma medalha de ouro vale 500 pontos no ranking. A prata dá 300 pontos, o bronze, 200, o quinto lugar, 100, e a sétima colocação, 80 pontos.

Por: Alfredo Bokel

Fonte: http://sportv.globo.com



ago 17

David Moura e Claudirene Cezar levam bronze no absoluto, no último dia de disputa individual.

O judô brasileiro conquistou cinco medalhas de bronze individuais na Universíade 2011, em Shenzhen, China. Nesta terça-feira, os judocas David Moura e Claudirene Cezar, da categoria absoluto, se juntaram ao grupo de medalhistas brasileiros na modalidade.

David Moura venceu o francês Matiheu Thorel e o turco Feyyaz Yazici na fase de classificação, mas caiu diante do coreano Kim Sung Min. Na repescagem, David se recuperou e classificou-se para a disputa do bronze contra Altagerel Davaanyam, da Mongólia, que derrotou por ippon.

Claudirene Cezar, por sua vez, derrotou a bielorussa Marina Slutskaya e a russa Polina Belousova, mas não passou pela japonesa Kim Ji Youn. A atleta foi para a repescagem e voltou na disputa pelo bronze contra a ucraniana Svitlana Laromka, a qual derrotou mesmo tendo sentido uma lesão no joelho ainda na primeira luta.

No domingo, Victor Penalber conquistou o bronze na categoria até 81kg e Natália Bordignon fez o mesmo na categoria até 70kg. Na segunda-feira, foi a vez de Marcelo Contini (até 73kg) levar o bronze.

Fonte: http://globoesporte.globo.com



jul 22

Sempre estar na moda. Seja inverno ou verão, para muitas pessoas, antenar-se nas últimas tendências de cores e acessórios, em roupas e calçados, é como estar no paraíso. Aos que se preocupam e atuam pelo meio ambiente, uma das últimas tendências são as sacolas ecológicas.

As tão conhecidas ’sacolinhas de supermercado’ (que levam 300 anos para se decompor) estão dando espaço a sacolas reutilizáveis e outras oxi-biodegradáveis (recicláveis pelos processos naturais).

Se levarmos em conta a trilogia máxima da preservação ambiental que pede, por ordem de importância, Reduzir, Reusar e Reciclar, concluímos que a sacola retornável, semelhante àquela que nossas mães utilizavam para ir à feira toda a semana tem um maior apelo ambiental.

Já existem redes de supermercados que sugerem ao consumidor o uso das sacolas ecológicas. Em outras, os clientes são estimulados a aderirem a elas por meio de descontos nas compras ou juntando pontos para adquiri-las.

Agora, o que falta é por a mão na consciência e fazer essa moda pegar!

Fonte: www.eloambiental.org.br/blog



jul 15

Confira estas dicas sobre os calçados favoritos das mulheres, salto alto:

Salto alto fino - stiletto: Sofistica o visual, quando combinado com um belo jeans, e alonga as pernas com um vestido noite. Com saia justa, fica super sexy.

Salto Anabela - Ideal para quem vai passar muitas horas com um no pé, pois é confortável, com a vantagem de deixar a mulher “nas alturas”. Os saltos de couro podem acompanhar produções mais sofisticadas. As saias godês e rodadas com cintura marcada são pares perfeitos para esse tipo de salto.

Salto plataforma - Garante melhor sustentação, Carmen Miranda que o diga!! Fica pesado em looks formais: dê preferência a calças jeans de boca larga, saias godês, vestidos volumosos.

Salto rasteiro - Para quem tem o estilo esportivo e prioriza o conforto, esta é a solução. Mas não é a falta do salto que vai tirar a elegância. Uma sandália flat, no chão, fica extremamente elegante com bermudas, calças afuniladas, saias e vestidos de todos os comprimentos.

Salto Luis XV - Aforma lembra um carretel, geralmente com 4 cm de altura. Ideal para ser usado com saias, vestidos e calças.

Salto quadrado - Para quem deseja andar em cima do salto, mas com maior estabilidade. No entanto, não combina com looks muito sofisticados. Vai bem tanto com calça comprida quanto com saias mais compridas. Se você quiser um look mais pesado, poderá usá-lo com saias curtas, bermudas e shorts.

Fonte: http://loucasporsapatos.blogspot.com



jul 5

Hoje em dia a preocupação com o meio ambiente não é só uma questão de responsabilidade, mas de obrigação e por conta disso todos os seguimentos industriais estão se mobilizando e colaborando para a sustentalidade da terra, inclusive a moda.

Tecidos ecológicos e reciclados estão invadindo as araras dos maiores magazines do mundo, as peles e os couros alternativos também estão tomando o lugar dos “originais” e contribuindo para transformar o nosso mundo em um lugar melhor e mais fácil para viver.

Alguns magazines internacionais estão apostando no algodão orgânico, que é produzido sem agrotóxicos e adubos químicos, para produzir as suas coleções, como por exemplo a H&M, provando que é possível fazer peças lindas com tecidos ecologicamente corretos. Outros tecidos também podem ajudar a diminuir os danos ao meio ambiente, são eles: os tecidos feitos com fibra de bamboo, lã e até mesmo feitos com garrafas pets recicladas.

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set 27

“Vestuário” em japonês fala-se ifuku. Cristiane A. Sato, colaboradora do CULTURA JAPONESA, aborda neste artigo a história e a evolução do vestuário tradicional no Japão, e de como foi sempre fazendo parte da moda que o kimono não apenas tornou-se reflexo da cultura, como mantém-se vivo no cotidiano dos japoneses há mais de 2 mil anos.

Observação: neste artigo adotou-se a grafia Hepburn kimono, embora também seja considerada correta a grafia “quimono”, uma vez que expressão que já se encontra incorporada ao português e consta dos dicionários da língua portuguesa.

RESPOSTA A UMA PERGUNTA

Kimono em japonês significa literalmente “coisa de vestir”. Fora do Japão essa expressão designa genericamente uma variada gama de peças e que no conjunto formam um visual considerado típico ou tradicional japonês, mas também é sinônimo da peça principal. No Japão, a peça principal que nós chamamos de kimono é chamada de kosode.

O atual significado da palavra de kimono tem origem no século XVI, quando navegantes ocidentais - principalmente portugueses, espanhóis e holandeses - chegaram ao arquipélago. Nos primeiros contatos com os japoneses, sem conhecerem os idiomas de uns e de outros, os ocidentais perguntavam com mímicas e gestos qual era o nome das roupas de seda que viam os japoneses usarem, e os japoneses respondiam kimono. Era como alguém perguntando a um japonês: “Como se chama sua roupa?” E o japonês respondia: “Roupa”. Foi assim que a palavra kimono tornou-se designação moderna do vestuário tradicional japonês.

No Japão o vestuário divide-se em duas grandes categorias: wafuku (vestimenta japonesa ou de estilo japonês) e yofuku (vestimenta ocidental ou de estilo ocidental).

A história do vestuário japonês é em grande parte a história da evolução do kosode, e de como os japoneses adaptaram a seus gostos e necessidades estilos e a produção de tecidos vindos do exterior.

NA ANTIGÜIDADE

Não se sabe ao certo como eram as roupas usadas na Pré-história japonesa (Era Jomon - 10 mil a.C. a 300 a.C.), mas pesquisas arqueológicas indicam que provavelmente as pessoas usavam túnicas de pele ou de palha. Na Era Yayoi (300 a.C. a 300 d.C.) a sericultura e técnicas têxteis chegaram ao Japão através da China e da Coréia.

O Príncipe Shotoku e dois de seu filhos: penteados, túnicas e acessórios de forte inspiração chinesa na corte imperial japonesa.
Agência da Família Imperial, Tóquio, Japão

Dos séculos IV a IX, a cultura e a corte imperial no Japão receberam forte influência da China. Influenciado pela recém-importada religião budista e pelo sistema de governo da corte Sui chinesa, o regente japonês Príncipe Shotoku (574-622) adotou regras de vestuário estilo chinês na corte japonesa. Posteriormente, com o advento do Código Taiho (701) e do Código Yoro (718, eficaz só a partir de 757), as roupas na corte mudaram seguindo o sistema usado na corte Tang chinesa, e foram divididas em roupas cerimoniais, roupas de corte, de roupas de trabalho. Foi nesse período que passou-se a usar no Japão os primeiros kimonos com a característica gola em “V”, ainda similares aos usados na China.

Fonte:culturajaponesa.com

ago 31


Fonte: GloboMinas

No dia do consumidor consciente, um desafio: já pensou em fazer as compras de supermercado sem usar as sacolinhas plásticas?

Dá até pra escolher. Podemos usar sacolas ecológicas, aquelas antigas de feira ou caixas de papelão. Mas o importante mesmo é se conscientizar sobre a importância da preservação do meio ambiente.

Cinquenta mil sacolas plásticas por semana, gastas só em um supermercado. A empresa chegou a trocar as sacolas plásticas pelas biodegradáveis durante três meses. Mas, segundo o gerente, o custo ficou muito alto.

Em um sacolão, o cliente é incentivado a levar os produtos em caixas de papelão. Com essa iniciativa, cinquenta quilos de sacolas plásticas deixam de ser usados por semana. Marisa já se acostumou a levar as compras pra casa sem as sacolinhas.

Outra opção é a sacola ecológica. Ela pode ser comprada direto no caixa e usada mais de uma vez.

E se hoje é o dia do consumidor consciente, porque não mudar os hábitos a partir de agora. Foi o que fez dona Zilda. Ela diz que não quer mais usar sacolinhas de plásticos.

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