nov 3

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Um dos pares de sapatos brilhantes usados por Judy Garland em O Mágico de Oz será leiloado em Los Angeles no final do ano.

Os famosos calçados vermelhos do filme de 1939 já não estão mais no Kansas, e quem tiver pelo menos dois ou três milhões de dólares (entre 1,5 e 2,2 milhões de euros) pode tê-los na sua estante. Para isso, basta arrematar um dos lances do leilão oferecido pelo Profiles in History, no dia 18 de dezembro.

A raridade faz parte do catálogo da atriz Debbie Reynolds, proprietária de uma coleção de modelos (vestidos e acessórios) que marcaram a história do cinema, e sem dúvida, da moda. Entre as peças de destaque da sua coleção estão o vestido branco de Marilyn Monroe, o longo preto & branco que Audrey Hepburn usou em My Fair Lady, e o chapéu-coco de Charlin Chaplin. De acordo com o jornal britânico The Guardian, estes foram precisamente os sapatos usados para a cena em que Dorothy (Judy Garland) bate com os calcanhares e pede para voltar para casa, no Kansas.

Sabe-se que apenas quatro pares destes sapatos vermelhos cintilantes sobreviveram desde a realização do filme de Vitor Fleming. Um par está em exibição na exposição ‘Ícones da Cultura Americana’, no Museu Nacional de História Americana, em Washington, outro faz parte de uma colecção privada, longe do olhar curioso do público e um terceiro par foi roubado em 2005 do Museu Judy Garland, no Minnesota, e é improvável que seja recuperado.

Fonte: http://www.barbarakras.com.br/



out 27

A onda de calor que varreu o oeste da Rússia, no verão de 2010, fez com que as temperaturas de Moscou chegassem a 40ºC. A condição sufocante do clima gerou uma série de incêndios florestais e devastou as lavouras de trigo do país. Como as autoridades russas ordenaram a suspensão da exportação do trigo, o valor mundial do alimento chegou a subir 30%, e também causou efeitos nos mercados de soja e milho. Essa experiência avassaladora com a produção do trigo serviu de lembrete de como o sistema mundial de alimentos está sujeito às variações do clima.

Questões como essa, que envolvem clima e agricultura, estão presentes no relatório “Estado do Mundo 2011 - Inovações que Nutrem o Planeta” (em inglês), divulgado no início do ano pelo Worldwatch Institute (WWI). A publicação agora foi traduzida para o português, pelo Instituto Akatu.

A publicação destaca 15 projetos sustentáveis de especialistas em agricultura e inovações, em um guia de como ter aumento de investimentos no setor agrícola e formas eficientes de minimizar a fome. “O progresso demonstrado neste relatório irá prover informações aos governos, formuladores de políticas, ONGs e doadores que tentam frear o avanço da fome e da pobreza, fornecendo um guia claro para expansão ou replicação destes sucessos em qualquer lugar”, afirmou o presidente do Instituto Worldwatch, Christopher Flavin.

Um projeto em destaque é o cultivo de alimentos por crianças em idade escolar, uma estratégia eficaz de redução da fome e da pobreza em nações africanas. Além disso, tal modelo possibilita a redução do desperdício e a oportunidade de famílias economizarem dinheiro.

Outro exemplo dado é na área de inovação tecnológica: pastores da África do Sul e do Quênia preservam variedades de gado adaptadas ao calor e seca das condições locais. Essas características são cruciais conforme os extremos climáticos pioram no continente, já que a África tem a maior área mundial permanente de pastagem e o maior número de pastores, com cerca de 15 a 25 milhões de pessoas dependentes do gado.

Em termos gerais, a publicação mostra que as questões agrícolas mundiais vão muito além do problema imediato da fome e precisam de especial atenção. O documento foi produzido pelo projeto do WWI, “Nutrindo o Planeta”, que teve acesso sem precedentes às maiores instituições agrícolas de pesquisa internacionais, assim como agricultores locais e sindicatos agrícolas.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br



out 7

Por Ricardo Zibas*

A KPMG International, em conjunto com a Economist Intelligence Unit, divulgou recentemente um estudo sobre a importância da sustentabilidade dentro do ambiente de negócios e a atitude dos executivos em relação ao tema. Esta pesquisa global entrevistou 378 gestores de empresas em uma série de indústrias, abrangendo a América do Norte, Europa, Ásia, Oceania, América do Sul, África e Oriente Médio. Cerca de 40% das organizações pesquisadas possuem receita anual superior a US$ 1 bilhão.

Como principais tendências identificadas pelo estudo, podemos citar:

· Nos últimos três anos, o tema sustentabilidade subiu em prioridade na agenda corporativa: 62% dos respondentes possuem uma estratégia específica para o assunto, em comparação aos 50% que a possuíam em fevereiro de 2008, data da pesquisa anterior;

· Os drivers principais foram ampliados: apesar de as exigências regulatórias, reputação da marca e gestão de risco continuarem sendo motivos extremamente relevantes para a adoção de uma estratégia em sustentabilidade, a necessidade de redução de custos passou a aparecer em destaque, principalmente para a questão ambiental, por meio da economia de recursos e energia;

· A sustentabilidade está sendo vista como fonte de inovação: 44% dos executivos concordam que ela gera condições para a inovação, e 39% a vêem como fonte de oportunidade de novos negócios;

· As empresas estão cada vez mais se ocupando em medir e reportar a sua performance em sustentabilidade: 36% realizam reportes públicos anuais de suas informações de sustentabilidade, e 19% planejam fazê-lo no próximo exercício fiscal. Os maiores desafios para o reporte continuam sendo a geração dos dados e o estabelecimento de benchmarks;

· As empresas desejam contar com um sucessor para o Protocolo de Kyoto: dois terços dos executivos entrevistados consideram crítica e muito importante a adoção de um novo marco regulatório para suceder o primeiro período de compromissos, que expira em 2012.

Para exemplificar a adoção das estratégias de sustentabilidade citadas, convém destacar o uso de planejamento de cenários para a definição de riscos e oportunidades; a colocação de metas ambiciosas para liderar por meio de exemplos; a medição dos dados ambientais e sua relação com a produtividade dentro do negócio; o estímulo ao engajamento dos funcionários e da cadeia produtiva; a aplicação das lições aprendidas internamente em produtos e serviços externos; a exploração dos “efeitos colaterais” da sustentabilidade; e o uso de benchmarks e reporte contínuo do progresso das ações.

Assim, uma das conclusões da pesquisa é que o assunto “sustentabilidade” deixou de ser privilégio de uns poucos iniciados ao tema e virou mainstream. Entretanto, os executivos são unânimes em apontar a necessidade do desenvolvimento de padrões e definições que possam ser aplicadas em um grande número de indústrias e ampliadas para os seus fornecedores. Aliás, este parece continuar sendo o grande desafio: como comparar, analisar e reportar corretamente os dados e iniciativas de sustentabilidade.

* Ricardo Zibas é gerente sênior da área de Sustentabilidade da KPMG no Brasil

Fonte: www.reporterdiario.com.br



set 16

Quantas pessoas você conhece que podem ser consideradas preocupadas com a causa ambiental? Eu conheço poucas, mas poucas mesmo, aliás, devo conhecer muitas que se preocupam, mas por preguiça, desinteresse ou desinformação (quero muito acreditar que é pelo terceiro motivo) fazem pouco ou fazem pela metade.

Eu por exemplo conheço pessoas que separam o lixo de casa, mas vão de carro na padaria da esquina, ou ainda separam o lixo da cozinha, mas esquecem do lixo do resto da casa, como por exemplo o rolo de papelão do papel higiênico, a embalagem do shampoo ou o papel da mala direta que chegou pelo correio. Compram comida orgânica, mas deixam todas as luzes da casa acesa o tempo todo. Não comem carne vermelha por conta do desmatamento ou pelos maus tratos dos animais, mas comem salmão que vem lá do Chile e deve ter muito carbono…

E ai, como faz? Não faz nada já que fazer tudo beira o impossível? Eu não tenho essa resposta, mas acho que se você quer ser ecologicamente correto por conta do aquecimento global, da sustentabilidade, da responsabilidade socioambiental, comece a prestar atenção em todas as suas ações e tente reformá-las, eu tenho plena consciência que não é nada fácil, eu mesma não dou conta de tudo por uma série de motivos e tenho alguns dos meus pecados ambientais confessados. O que não dá é pra encher a boca para dar sermão nas pessoas que não fazem isso ou aquilo sabendo que ninguém é capaz de ser impacto zero e ações individuais e isoladas significam pouco para mudar de fato os rumos da humanidade.

Fonte: http://scienceblogs.com.br



set 9

Você é daquelas pessoas que odeiam reciclar? Ou que consideram ineficiente a tarefa de reciclar? Você não é o único. Muitas pessoas questionam o porquê de se fazer a sua parte, se as empresas não estão realmente se preocupando com a situação do planeta antes de seus lucros.

Você já presenciou uma fábrica de automóveis incitando as pessoas a comprar carros menores e mais econômicos? Ou uma indústria preocupada com a construção de cidades mais compactas e melhor transporte público para que as pessoas não dependam tanto do carro?

Ou companhias de petróleo dispostas a renunciar a combustíveis fósseis e apoiar iniciativas para uma economia baseada em energia solar e outras fontes limpas e renováveis ​​de energia? Ou ainda os governos promovendo ações para corrigir o desequilíbrio de riqueza entre as nações ricas e pobres, e trabalhando sério para conter o crescimento populacional?

É, temos de concordar com tais questionamentos. Apenas a reciclagem de nossos produtos de consumo e as compras responsáveis ​​como indivíduos não são suficientes para reduzir os danos ambientais. São necessários novos arranjos econômicos e políticos sustentáveis a fim de que a sociedade satisfaça suas necessidades em harmonia com os limites ecológicos. Sabemos que, em geral, as questões ambientais, tais como a preocupação com os efeitos do aquecimento global, ficam em segundo plano, diante das necessidades humanas de alimento, vestimentas e bens de consumo.

No entanto, mesmo com tais disparidades entre produção e consumo, consideramos importante a preocupação com a preservação de nossos recursos naturais. Não deixar de fazer nossa parte e separar os materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados – por nós ou por outras pessoas – é uma atitude consciente e responsável, mesmo que os grandes poluidores não cumpram seu papel eficientemente .

Continuamos acreditando que o simples ato de ter o próprio depósito para separar os materiais e encaminhá-los a quem possa reciclá-los é importante para tornar a reciclagem viável e contribuir para preservar nossos recursos. Assim, em vez de jogar fora nossos resíduos, por que não permitir que sejam reaproveitados? Ações como estas, relacionadas abaixo, são realmente desnecessárias?

Manter uma cesta ou caixa acessível para colocar vidros e plásticos. Leva apenas alguns segundos para jogar uma garrafa vazia, um pote de plástico ou de vidro. Basta deixar a cesta ou caixa em um armário, num canto da área de serviço, ou na garagem.

Utilizar sacos de papel ou caixas de supermercado para colocar papel usado. Após reutilizar os dois lados do papel para anotações e listas de compras, basta jogá-los nestes locais. Isto inclui os envelopes de lixo eletrônico, os boletos e extratos bancários e a correspondência comercial. Read the rest of this entry »

set 2

No desembarque em Guarulhos, parte da delegação já pensa em Londres-2012

No bruto, um bom resultado. A decepção pelo ouro que não veio, no entanto, ficou evidente em parte da delegação brasileira de judô que desembarcou nesta terça-feira em Guarulhos, São Paulo, após o Mundial de Paris. Com cinco medalhas na bagagem (duas de prata e três de bronze), os judocas ressaltaram que o foco principal é nas Olimpíadas de Londres.

- Individualmente, eu esperava um resultado melhor. Acabei levando um golpe em posição nas oitavas de final e perdi. Mas não é reflexo do que foi minha participação. Eu me senti bem. Agora, é continuar fazendo esse trabalho nas outras competições rumo a Londres. Sempre tive grandes concorrentes, isso não me deixa incomodado. Preciso evoluir física e psicologicamente – disse Tiago Camilo, que foi derrotado pelo ucraniano Valentyn Grekov nas oitavas.

Concorrente de Camilo na categoria até 90kg, Hugo Pessanha também reconheceu que esperava um resultado melhor em Paris.

- Fiz uma boa participação, acabei perdendo para o campeão. Deu para tirar algumas lições. Eu medalhei em todas as competições até o Mundial. Mas isso não acabou acontecendo lá. Fiz muita coisa certa, mas algo saiu errado lá. Então, preciso trabalhar – afirmou o judoca.

O técnico da seleção Luiz Shinohara, ressaltou que o Mundial faz parte do trabalho para as Olímpiadas de Londres, no ano que vem.
- A participação no Mundial foi muito boa. Mas, claro, uma medalha de ouro faz toda a diferença. Em termos de quantidade, essa era a expectativa, mas esperávamos uma ou duas medalhas de ouro. Para Londres, a expectativa é muito boa. Estamos fazendo uma preparação intensa há algum tempo. Mas temos de trabalhar muito – afirmou.

Por: João Gabriel Rodrigues

Fonte: http://sportv.globo.com



ago 26

Akami Ogata, número 1 do mundo, vence a brasileira na semifinal da categoria até 78kg e vai lutar pelo ouro no Palais Omnispots, na capital francesa

O Brasil está fora da disputa pelo ouro no Mundial de judô, em Paris. A meio-pesado (-78 kg) Mayra Aguiar, número 5 do mundo, caiu diante da japonesa Akami Ogata, líder do ranking, que venceu por ippon e está na final da categoria até 78kg.

Aos três minutos, Mayra surpreendeu a japonesa e encaixou um uchi mata. Numa luta equilibrada, as duas usaram a técnica de pernas para tentar desequilibrar a outra. Nos últimos dois minutos, a brasileria levou um wazari. Por ficar imobilizada por mais de 20 segundos no tatame, ela sofreu um ippon e perdeu as chances de brigar pelo ouro, no Palais Omnisports de Bercy, em Paris.

A atual vice-campeã mundial é a única esperança de medalha para a seleção canarinho nesta sexta-feira. A judoca de 20 anos venceu as três lutas nas eliminatórias por ippon até chegar à semifinal. Uma das maiores forças do judô brasileiro, ela foi a primeira mulher a chegar numa final mundial e conquistou a prata no ano passado, em Tóquio.

O meio (-90 kg) Hugo Pessanha foi derrotado pelo coreano Kyu-Won Lee na repescagem e perdeu a chance de brigar pelo bronze no Mundial de Paris. Perdendo por yuko, Hugo partiu para o ataque, mas tomou o contra-golpe do coreano e perdeu por ippon. O judoca também caiu por ippon nas quartas de final diante do líder do ranking e campeão mundial, o grego Ilias Iliadis.

A surpresa do dia foi a eliminação precoce do médio Tiago Camilo. Ele perdeu por wazari nas oitavas de final para Valentyn Grekov. O brasileiro até começou na frente com um yuko, mas foi surpreendido pelo ucraniano, que partiu para cima nos minutos finais e dominou o combate.

A médio Maria Portela (-70 kg) também está fora. Na estreia, ela encaixou um golpe com dois minutos de luta, o suficiente para bater a canadense Kelita Zupancic por yuko. Mas, no segundo combate, a brasileira tomou duas punições e caiu diante da eslovaca Rasa Sraka por um yuko.

O Mundial de Paris é o último do ciclo olímpico que culminará com os Jogos de 2012. Para Londres, se classificam os 22 melhores homens e as 14 melhores mulheres na classificação. Uma medalha de ouro vale 500 pontos no ranking. A prata dá 300 pontos, o bronze, 200, o quinto lugar, 100, e a sétima colocação, 80 pontos.

Por: Alfredo Bokel

Fonte: http://sportv.globo.com



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