set 28

Delegação encara mais uma disputa, que vale pontos para o ranking mundial e classificatório para os Jogos Olímpicos de Londres

De olho em Londres-2012, a seleção brasileira de judô não quer saber de descanso. O próximo destino dos atletas é a Europa. Em Roma, será disputada mais uma etapa da Copa do Mundo feminina, enquanto os homens competem em Liverpool, na Inglaterra.

Na Itália, o Brasil estará representado por Eleudis Valentim (52kg), Ketleyn Quadros (57kg), Flávia Gomes (57kg), Mariana Silva (63kg), Camila Minakawa (63kg) e Dione Lima (63kg). Já na Inglaterra, Felipe Kitadai (60kg), Marcelo Contini (73kg), Victor Penalber (81kg), Felipe Costa (81kg), Hugo Pessanha (90kg), Daniel Hernandes (+100kg) e David Moura (+100kg) defendem o país na disputa masculina.

Antes do torneio de Liverpool, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) pretende fazer uma vistoria em Sheffield, cidade inglesa onde será feita a aclimatação dos judocas brasileiros para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.

Os dois eventos contam pontos importantes para o ranking mundial da Federação Internacional de Judô (FIJ), que define os atletas classificados para as Olimpíadas. Os 22 homens e as 14 mulheres mais bem colocadas no ranking garantem vagas. Apenas um atleta representa seu país em cada categoria.

De acordo com as normas da entidade, cada medalha de ouro vale 100 pontos, enquanto a prata garante 60 e o bronze 40.

Na última etapa da Copa do Mundo, no Cazaquistão, a delegação brasileira conquistou três medalhas: duas de prata com Maria Portela (70kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg) e uma de bronze de Luciano Corrêa (100kg).

Fonte: http://sportv.globo.com



set 16

Quantas pessoas você conhece que podem ser consideradas preocupadas com a causa ambiental? Eu conheço poucas, mas poucas mesmo, aliás, devo conhecer muitas que se preocupam, mas por preguiça, desinteresse ou desinformação (quero muito acreditar que é pelo terceiro motivo) fazem pouco ou fazem pela metade.

Eu por exemplo conheço pessoas que separam o lixo de casa, mas vão de carro na padaria da esquina, ou ainda separam o lixo da cozinha, mas esquecem do lixo do resto da casa, como por exemplo o rolo de papelão do papel higiênico, a embalagem do shampoo ou o papel da mala direta que chegou pelo correio. Compram comida orgânica, mas deixam todas as luzes da casa acesa o tempo todo. Não comem carne vermelha por conta do desmatamento ou pelos maus tratos dos animais, mas comem salmão que vem lá do Chile e deve ter muito carbono…

E ai, como faz? Não faz nada já que fazer tudo beira o impossível? Eu não tenho essa resposta, mas acho que se você quer ser ecologicamente correto por conta do aquecimento global, da sustentabilidade, da responsabilidade socioambiental, comece a prestar atenção em todas as suas ações e tente reformá-las, eu tenho plena consciência que não é nada fácil, eu mesma não dou conta de tudo por uma série de motivos e tenho alguns dos meus pecados ambientais confessados. O que não dá é pra encher a boca para dar sermão nas pessoas que não fazem isso ou aquilo sabendo que ninguém é capaz de ser impacto zero e ações individuais e isoladas significam pouco para mudar de fato os rumos da humanidade.

Fonte: http://scienceblogs.com.br



set 9

Você é daquelas pessoas que odeiam reciclar? Ou que consideram ineficiente a tarefa de reciclar? Você não é o único. Muitas pessoas questionam o porquê de se fazer a sua parte, se as empresas não estão realmente se preocupando com a situação do planeta antes de seus lucros.

Você já presenciou uma fábrica de automóveis incitando as pessoas a comprar carros menores e mais econômicos? Ou uma indústria preocupada com a construção de cidades mais compactas e melhor transporte público para que as pessoas não dependam tanto do carro?

Ou companhias de petróleo dispostas a renunciar a combustíveis fósseis e apoiar iniciativas para uma economia baseada em energia solar e outras fontes limpas e renováveis ​​de energia? Ou ainda os governos promovendo ações para corrigir o desequilíbrio de riqueza entre as nações ricas e pobres, e trabalhando sério para conter o crescimento populacional?

É, temos de concordar com tais questionamentos. Apenas a reciclagem de nossos produtos de consumo e as compras responsáveis ​​como indivíduos não são suficientes para reduzir os danos ambientais. São necessários novos arranjos econômicos e políticos sustentáveis a fim de que a sociedade satisfaça suas necessidades em harmonia com os limites ecológicos. Sabemos que, em geral, as questões ambientais, tais como a preocupação com os efeitos do aquecimento global, ficam em segundo plano, diante das necessidades humanas de alimento, vestimentas e bens de consumo.

No entanto, mesmo com tais disparidades entre produção e consumo, consideramos importante a preocupação com a preservação de nossos recursos naturais. Não deixar de fazer nossa parte e separar os materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados – por nós ou por outras pessoas – é uma atitude consciente e responsável, mesmo que os grandes poluidores não cumpram seu papel eficientemente .

Continuamos acreditando que o simples ato de ter o próprio depósito para separar os materiais e encaminhá-los a quem possa reciclá-los é importante para tornar a reciclagem viável e contribuir para preservar nossos recursos. Assim, em vez de jogar fora nossos resíduos, por que não permitir que sejam reaproveitados? Ações como estas, relacionadas abaixo, são realmente desnecessárias?

Manter uma cesta ou caixa acessível para colocar vidros e plásticos. Leva apenas alguns segundos para jogar uma garrafa vazia, um pote de plástico ou de vidro. Basta deixar a cesta ou caixa em um armário, num canto da área de serviço, ou na garagem.

Utilizar sacos de papel ou caixas de supermercado para colocar papel usado. Após reutilizar os dois lados do papel para anotações e listas de compras, basta jogá-los nestes locais. Isto inclui os envelopes de lixo eletrônico, os boletos e extratos bancários e a correspondência comercial. Read the rest of this entry »

set 2

No desembarque em Guarulhos, parte da delegação já pensa em Londres-2012

No bruto, um bom resultado. A decepção pelo ouro que não veio, no entanto, ficou evidente em parte da delegação brasileira de judô que desembarcou nesta terça-feira em Guarulhos, São Paulo, após o Mundial de Paris. Com cinco medalhas na bagagem (duas de prata e três de bronze), os judocas ressaltaram que o foco principal é nas Olimpíadas de Londres.

- Individualmente, eu esperava um resultado melhor. Acabei levando um golpe em posição nas oitavas de final e perdi. Mas não é reflexo do que foi minha participação. Eu me senti bem. Agora, é continuar fazendo esse trabalho nas outras competições rumo a Londres. Sempre tive grandes concorrentes, isso não me deixa incomodado. Preciso evoluir física e psicologicamente – disse Tiago Camilo, que foi derrotado pelo ucraniano Valentyn Grekov nas oitavas.

Concorrente de Camilo na categoria até 90kg, Hugo Pessanha também reconheceu que esperava um resultado melhor em Paris.

- Fiz uma boa participação, acabei perdendo para o campeão. Deu para tirar algumas lições. Eu medalhei em todas as competições até o Mundial. Mas isso não acabou acontecendo lá. Fiz muita coisa certa, mas algo saiu errado lá. Então, preciso trabalhar – afirmou o judoca.

O técnico da seleção Luiz Shinohara, ressaltou que o Mundial faz parte do trabalho para as Olímpiadas de Londres, no ano que vem.
- A participação no Mundial foi muito boa. Mas, claro, uma medalha de ouro faz toda a diferença. Em termos de quantidade, essa era a expectativa, mas esperávamos uma ou duas medalhas de ouro. Para Londres, a expectativa é muito boa. Estamos fazendo uma preparação intensa há algum tempo. Mas temos de trabalhar muito – afirmou.

Por: João Gabriel Rodrigues

Fonte: http://sportv.globo.com