out 20

Competições do esporte em Guadalajara começam na quarta-feira

Daniel Hernandes, que foi ouro dos pesados no Pan de Santo Domingo 2003, contra Rafael Silva, de azul, que pode conquistar a centésima medalha do judô em Pans.

Na quarta-feira (26), o judô brasileiro abrirá suas competições em Guadalajara pensando em chegar à centésima medalha em Jogos Pan-Americanos logo na primeira rodada, que terá Luciano Corrêa (100 kg), Rafael Silva (+100 kg) e Maria Suelen Altheman (+78 kg).

Rafael Silva, que luta por último, pode conquistar a medalha histórica para o país.

Em seu primeiro Pan, é o terceiro pesado do Brasil em três edições. Em Santo Domingo 2003, Daniel Hernandes ganhou ouro e no Rio de Janeiro 2007 João Gabriel Schlittler foi bronze.

Para Rafael, a marca da centésima medalha para o judô é importante e será muito especial se conseguir conquistá-la.

- O Pan é a Olimpíada do nosso continente e um onde podemos sentir um pouco como é todo o clima que cerca um evento desse nível.

O judoca também destaca que ser disputado na reta final do Pan é positivo para o esporte.

- Eu achei ótimo. Pude manter o ritmo de treinamento e vou chegar muito bem preparado. Se tivesse de ficar alguns dias esperando na Vila para lutar com certeza ficaria ansioso. Read the rest of this entry »

out 13

Por Karla Precioso

Assim como as roupas, eles também envelhecem. Após algum tempo de uso, a aparência e o conforto dos sapatos dependerão de como eles foram conservados. A escolha do sapato na hora da compra também determina a durabilidade. Um sapato apertado demais será gasto mais depressa, por causa da pressão que o material vai sofrer no ponto em que dói. Por outro lado, um sapato bem limpo, consertado ao primeiro sinal de estrago e conservado com produtos adequados, terá maior vida útil. Aprenda a deixar seus sapatos bonitos e conservados por muito mais tempo.

9 tipos de material e como cuidar de cada um Read the rest of this entry »

out 7

Por Ricardo Zibas*

A KPMG International, em conjunto com a Economist Intelligence Unit, divulgou recentemente um estudo sobre a importância da sustentabilidade dentro do ambiente de negócios e a atitude dos executivos em relação ao tema. Esta pesquisa global entrevistou 378 gestores de empresas em uma série de indústrias, abrangendo a América do Norte, Europa, Ásia, Oceania, América do Sul, África e Oriente Médio. Cerca de 40% das organizações pesquisadas possuem receita anual superior a US$ 1 bilhão.

Como principais tendências identificadas pelo estudo, podemos citar:

· Nos últimos três anos, o tema sustentabilidade subiu em prioridade na agenda corporativa: 62% dos respondentes possuem uma estratégia específica para o assunto, em comparação aos 50% que a possuíam em fevereiro de 2008, data da pesquisa anterior;

· Os drivers principais foram ampliados: apesar de as exigências regulatórias, reputação da marca e gestão de risco continuarem sendo motivos extremamente relevantes para a adoção de uma estratégia em sustentabilidade, a necessidade de redução de custos passou a aparecer em destaque, principalmente para a questão ambiental, por meio da economia de recursos e energia;

· A sustentabilidade está sendo vista como fonte de inovação: 44% dos executivos concordam que ela gera condições para a inovação, e 39% a vêem como fonte de oportunidade de novos negócios;

· As empresas estão cada vez mais se ocupando em medir e reportar a sua performance em sustentabilidade: 36% realizam reportes públicos anuais de suas informações de sustentabilidade, e 19% planejam fazê-lo no próximo exercício fiscal. Os maiores desafios para o reporte continuam sendo a geração dos dados e o estabelecimento de benchmarks;

· As empresas desejam contar com um sucessor para o Protocolo de Kyoto: dois terços dos executivos entrevistados consideram crítica e muito importante a adoção de um novo marco regulatório para suceder o primeiro período de compromissos, que expira em 2012.

Para exemplificar a adoção das estratégias de sustentabilidade citadas, convém destacar o uso de planejamento de cenários para a definição de riscos e oportunidades; a colocação de metas ambiciosas para liderar por meio de exemplos; a medição dos dados ambientais e sua relação com a produtividade dentro do negócio; o estímulo ao engajamento dos funcionários e da cadeia produtiva; a aplicação das lições aprendidas internamente em produtos e serviços externos; a exploração dos “efeitos colaterais” da sustentabilidade; e o uso de benchmarks e reporte contínuo do progresso das ações.

Assim, uma das conclusões da pesquisa é que o assunto “sustentabilidade” deixou de ser privilégio de uns poucos iniciados ao tema e virou mainstream. Entretanto, os executivos são unânimes em apontar a necessidade do desenvolvimento de padrões e definições que possam ser aplicadas em um grande número de indústrias e ampliadas para os seus fornecedores. Aliás, este parece continuar sendo o grande desafio: como comparar, analisar e reportar corretamente os dados e iniciativas de sustentabilidade.

* Ricardo Zibas é gerente sênior da área de Sustentabilidade da KPMG no Brasil

Fonte: www.reporterdiario.com.br



set 28

Delegação encara mais uma disputa, que vale pontos para o ranking mundial e classificatório para os Jogos Olímpicos de Londres

De olho em Londres-2012, a seleção brasileira de judô não quer saber de descanso. O próximo destino dos atletas é a Europa. Em Roma, será disputada mais uma etapa da Copa do Mundo feminina, enquanto os homens competem em Liverpool, na Inglaterra.

Na Itália, o Brasil estará representado por Eleudis Valentim (52kg), Ketleyn Quadros (57kg), Flávia Gomes (57kg), Mariana Silva (63kg), Camila Minakawa (63kg) e Dione Lima (63kg). Já na Inglaterra, Felipe Kitadai (60kg), Marcelo Contini (73kg), Victor Penalber (81kg), Felipe Costa (81kg), Hugo Pessanha (90kg), Daniel Hernandes (+100kg) e David Moura (+100kg) defendem o país na disputa masculina.

Antes do torneio de Liverpool, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) pretende fazer uma vistoria em Sheffield, cidade inglesa onde será feita a aclimatação dos judocas brasileiros para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.

Os dois eventos contam pontos importantes para o ranking mundial da Federação Internacional de Judô (FIJ), que define os atletas classificados para as Olimpíadas. Os 22 homens e as 14 mulheres mais bem colocadas no ranking garantem vagas. Apenas um atleta representa seu país em cada categoria.

De acordo com as normas da entidade, cada medalha de ouro vale 100 pontos, enquanto a prata garante 60 e o bronze 40.

Na última etapa da Copa do Mundo, no Cazaquistão, a delegação brasileira conquistou três medalhas: duas de prata com Maria Portela (70kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg) e uma de bronze de Luciano Corrêa (100kg).

Fonte: http://sportv.globo.com



set 16

Quantas pessoas você conhece que podem ser consideradas preocupadas com a causa ambiental? Eu conheço poucas, mas poucas mesmo, aliás, devo conhecer muitas que se preocupam, mas por preguiça, desinteresse ou desinformação (quero muito acreditar que é pelo terceiro motivo) fazem pouco ou fazem pela metade.

Eu por exemplo conheço pessoas que separam o lixo de casa, mas vão de carro na padaria da esquina, ou ainda separam o lixo da cozinha, mas esquecem do lixo do resto da casa, como por exemplo o rolo de papelão do papel higiênico, a embalagem do shampoo ou o papel da mala direta que chegou pelo correio. Compram comida orgânica, mas deixam todas as luzes da casa acesa o tempo todo. Não comem carne vermelha por conta do desmatamento ou pelos maus tratos dos animais, mas comem salmão que vem lá do Chile e deve ter muito carbono…

E ai, como faz? Não faz nada já que fazer tudo beira o impossível? Eu não tenho essa resposta, mas acho que se você quer ser ecologicamente correto por conta do aquecimento global, da sustentabilidade, da responsabilidade socioambiental, comece a prestar atenção em todas as suas ações e tente reformá-las, eu tenho plena consciência que não é nada fácil, eu mesma não dou conta de tudo por uma série de motivos e tenho alguns dos meus pecados ambientais confessados. O que não dá é pra encher a boca para dar sermão nas pessoas que não fazem isso ou aquilo sabendo que ninguém é capaz de ser impacto zero e ações individuais e isoladas significam pouco para mudar de fato os rumos da humanidade.

Fonte: http://scienceblogs.com.br



set 9

Você é daquelas pessoas que odeiam reciclar? Ou que consideram ineficiente a tarefa de reciclar? Você não é o único. Muitas pessoas questionam o porquê de se fazer a sua parte, se as empresas não estão realmente se preocupando com a situação do planeta antes de seus lucros.

Você já presenciou uma fábrica de automóveis incitando as pessoas a comprar carros menores e mais econômicos? Ou uma indústria preocupada com a construção de cidades mais compactas e melhor transporte público para que as pessoas não dependam tanto do carro?

Ou companhias de petróleo dispostas a renunciar a combustíveis fósseis e apoiar iniciativas para uma economia baseada em energia solar e outras fontes limpas e renováveis ​​de energia? Ou ainda os governos promovendo ações para corrigir o desequilíbrio de riqueza entre as nações ricas e pobres, e trabalhando sério para conter o crescimento populacional?

É, temos de concordar com tais questionamentos. Apenas a reciclagem de nossos produtos de consumo e as compras responsáveis ​​como indivíduos não são suficientes para reduzir os danos ambientais. São necessários novos arranjos econômicos e políticos sustentáveis a fim de que a sociedade satisfaça suas necessidades em harmonia com os limites ecológicos. Sabemos que, em geral, as questões ambientais, tais como a preocupação com os efeitos do aquecimento global, ficam em segundo plano, diante das necessidades humanas de alimento, vestimentas e bens de consumo.

No entanto, mesmo com tais disparidades entre produção e consumo, consideramos importante a preocupação com a preservação de nossos recursos naturais. Não deixar de fazer nossa parte e separar os materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados – por nós ou por outras pessoas – é uma atitude consciente e responsável, mesmo que os grandes poluidores não cumpram seu papel eficientemente .

Continuamos acreditando que o simples ato de ter o próprio depósito para separar os materiais e encaminhá-los a quem possa reciclá-los é importante para tornar a reciclagem viável e contribuir para preservar nossos recursos. Assim, em vez de jogar fora nossos resíduos, por que não permitir que sejam reaproveitados? Ações como estas, relacionadas abaixo, são realmente desnecessárias?

Manter uma cesta ou caixa acessível para colocar vidros e plásticos. Leva apenas alguns segundos para jogar uma garrafa vazia, um pote de plástico ou de vidro. Basta deixar a cesta ou caixa em um armário, num canto da área de serviço, ou na garagem.

Utilizar sacos de papel ou caixas de supermercado para colocar papel usado. Após reutilizar os dois lados do papel para anotações e listas de compras, basta jogá-los nestes locais. Isto inclui os envelopes de lixo eletrônico, os boletos e extratos bancários e a correspondência comercial. Read the rest of this entry »

set 2

No desembarque em Guarulhos, parte da delegação já pensa em Londres-2012

No bruto, um bom resultado. A decepção pelo ouro que não veio, no entanto, ficou evidente em parte da delegação brasileira de judô que desembarcou nesta terça-feira em Guarulhos, São Paulo, após o Mundial de Paris. Com cinco medalhas na bagagem (duas de prata e três de bronze), os judocas ressaltaram que o foco principal é nas Olimpíadas de Londres.

- Individualmente, eu esperava um resultado melhor. Acabei levando um golpe em posição nas oitavas de final e perdi. Mas não é reflexo do que foi minha participação. Eu me senti bem. Agora, é continuar fazendo esse trabalho nas outras competições rumo a Londres. Sempre tive grandes concorrentes, isso não me deixa incomodado. Preciso evoluir física e psicologicamente – disse Tiago Camilo, que foi derrotado pelo ucraniano Valentyn Grekov nas oitavas.

Concorrente de Camilo na categoria até 90kg, Hugo Pessanha também reconheceu que esperava um resultado melhor em Paris.

- Fiz uma boa participação, acabei perdendo para o campeão. Deu para tirar algumas lições. Eu medalhei em todas as competições até o Mundial. Mas isso não acabou acontecendo lá. Fiz muita coisa certa, mas algo saiu errado lá. Então, preciso trabalhar – afirmou o judoca.

O técnico da seleção Luiz Shinohara, ressaltou que o Mundial faz parte do trabalho para as Olímpiadas de Londres, no ano que vem.
- A participação no Mundial foi muito boa. Mas, claro, uma medalha de ouro faz toda a diferença. Em termos de quantidade, essa era a expectativa, mas esperávamos uma ou duas medalhas de ouro. Para Londres, a expectativa é muito boa. Estamos fazendo uma preparação intensa há algum tempo. Mas temos de trabalhar muito – afirmou.

Por: João Gabriel Rodrigues

Fonte: http://sportv.globo.com



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